COVID-19

FAQ

Perguntas frequentes sobre as medidas adotadas pelo AEFP

As medidas adotadas podem sofrer alteração?

Sim. Todas as medidas previstas no Plano de Reorganização procuraram adequar à realidade de cada estabelecimento as orientações da DGS e DGEstE. Porém, uma vez implementadas, têm que ser acompanhadas e ajustadas em função da experiência ou até de novas orientações.

O AEFP informa os pais sempre que há um caso na turma?

Sim, quando a autoridade de saúde considera que um aluno, que testou positivo ou tem elevada probabilidade de vir a testar, esteve em contacto com os colegas da turma durante o período em que já poderia ter ocorrido contágio. Nestas situações, é desenvolvido, no mais curto espaço de tempo possível, um rastreio de todos os contactos do caso suspeito, sendo os encarregados de educação contactados.

O AEFP informa os pais sempre que há um caso na escola?

Não. Apenas quando a autoridade de saúde considere que o caso (qualquer membro da comunidade escolar que testou positivo ou tem elevada probabilidade de vir a testar) esteve em contacto com o(s) aluno(s) durante o período em que já poderia ter ocorrido contágio e aquele contacto tenha sido "de risco".

O diretor do AEFP decide quem são os alunos ou turmas que devem ficar em casa?

Não. O diretor não toma decisões de natureza técnica relacionadas com o controlo da pandemia. Estas decisões cabem à autoridade de saúde.

Qualquer indicação desta natureza, ainda que possa ser veiculada pelo diretor, decorrerá sempre de decisão das autoridades competentes.

Os números divulgados pelo AEFP são rigorosos?

Os números divulgados pelo AEFP são atualizados e tempo real. À medida que a informação é comunicada pelos diversos intervenientes (pais, professores, pontos focais, autoridade de saúde, etc.) é carregada e atualizada numa base de dados através da qual é feita a monitorização e acompanhamento de todos os casos, ainda que se tratem de situações ainda sem qualquer relação tecnicamente estabelecida com COVID-19.

Os dados carregados na referida base de dados têm um tratamento automático que os converte nos números que todos podem consultar on-line. Portanto, poderão não traduzir toda a realidade, mas aquela que nos é comunicada e que utilizamos como base de trabalho.

Porém, convém esclarecer que as situações de maior cuidado dificilmente nos escaparão graças à articulação que mantemos com a autoridade de saúde.

De que forma os pais podem ajudar?

Os pais e encarregados de educação podem ser decisivos na eficácia das medidas adotadas. Poderão ajudar a sensibilizar as crianças e adolescentes para o cumprimento geral das medidas adotadas na escola e para a necessidade de manter o mesmo nível de precaução quando saem o portão da mesma.

As medidas adotadas pela escola poderão revelar-se absolutamente ineficazes se não tiverem continuidade na vida social e familiar. De pouco servirá usar a máscara em permanência na escola se, a caminho de casa, se verifica um convívio de grande proximidade entre colegas e sem qualquer proteção.

O mesmo se poderá referir em relação ao contexto familiar. É inevitável que crianças e adolescentes de turmas diferentes se juntem no contexto familiar por coabitarem. Esta é uma realidade incontornável que aumenta muito o risco de surgirem surtos mas que decorre de uma circunstância para a qual temos que estar preparados. O mesmo não se poderá dizer das festas, jantares e outros convívios familiares que juntam elevado número de pessoas que não coabitam.

Finalmente, mas não menos importante, a comunicação com a escola e o sentido de responsabilidade perante os outros. Sempre que uma criança ou adolescente apresente sintomatologia compatível com COVID-19 deve ficar em casa, MESMO QUE SE ENCONTRE VACINADA. Deve ser contactada a linha de saúde 24 e informada a escola. Na maioria dos casos a linha de saúde recomenda apenas uma vigilância por curto período de tempo. Enviar à escola uma criança que apresenta sintomatologia, ainda que leve, pode vir a traduzir-se numa quarentena da totalidade da turma.

Não sei se devo valorizar alguns sintomas. O que devo fazer?

As crianças/adolescentes com sintomatologia gripal (ou de constipação) não devem ser enviadas à escola MESMO QUE SE ENCONTREM VACINADAS. Não deixe de contactar a linha de saúde 24 e informe o Diretor/Titular de Turma.

Onde posso esclarecer outras dúvidas sobre a COVID-19?

Deverá consultar o website da DGS, especialmente a área de perguntas frequentes.

Contactos úteis

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Serviços Administrativos: secretaria@aefp.pt | 262 609 130

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